Depois de muito tempo sem postar...
Nos últimos meses tenho assistido filmes baseados em histórias reais, mas os que eu mais me interessei foram aqueles de aventureiros corajosos que decidiram sair do conforto de suas casas atrás de seus ideais e da realização de experiências.
Ai estão algumas dicas:
Natureza Selvagem
Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.
Diários de motocicleta
Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicina que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.
Na estrada do rock
O filme começa trinta anos depois do desaparecimento da banda, quando a jornalista Cami Carlson (Kelli Williams) é obrigada a produzir um documentário sobre o que aconteceu com a Sweetwater e com seus integrantes, tudo para não perder seu emprego. Ela então decide partir em busca dos ex-integrantes e no decorrer das reportagens descobre que o fim da banda está ligado ao desaparecimento da vocalista, Nanci Nevins (Amy Jo Johnson), a maior estrela do grupo. Cami começa a procurar por pistas de Nanci e acaba encontrando Alex (Kurt Max Runte), um dos criadores da banda, que agora trabalha com construções e tinha abandonado sua carreira de músico há muitos anos. Ele acha melhor não revelar como terminou a banda Sweetwater, mas conta para como ela começou. A partir daí, iniciam-se os flashbacks que revelam como Nanci Nevins se juntou ao grupo de rapazes liderados por Alex, contrariando sua mãe, para a formação da banda. É mostrada a relação de confiança e amor que envolveu Nanci e Alex, a amizade dos integrantes, os shows, as turnês e como a banda atingiu o auge do sucesso tocando para mais de 500 mil pessoas no Festival de Woodstock.
Por fim, antes de terminar o quebra-cabeça que envolve a história da banda, Cami consegue encontrar pessoalmente a famosa Nanci Nevins, que relembra dolorosamente uma devastadora tragédia que acometeu a banda.
Divirtam-se
Cinema - Aqui um espaço para a sétima arte
domingo, 8 de maio de 2011
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Psicose
Cuidado! Este texto contém spoilers. Podendo revelar o conteúdo do filme!
O filme psicose possui a mais famosa cena do cinema: a moça se banhando tranquilamente e... De repente uma faca, um grito e, o assassinato de Marion Crane. Assim se inicia uma história de mistério que ronda o Hotel Bates. Dirigido por Alfred Hitchcock, em 1960.
O filme psicose possui a mais famosa cena do cinema: a moça se banhando tranquilamente e... De repente uma faca, um grito e, o assassinato de Marion Crane. Assim se inicia uma história de mistério que ronda o Hotel Bates. Dirigido por Alfred Hitchcock, em 1960.
O filme trata justamente de um tema assustador para a espécie humana, a mente. A mente que se divide em duas personalidades uma delas assassina. A história é ótima e lembra muito os livros de Agatha Christie, quando se trata de literatura policial ou de suspenses.
Os closes são condizentes com a história: quando o Norman carrega sua mãe até o porão, a cena é filmada de cima para baixo pegando boa parte de Noman descendo a escada e criando uma tensão e ao mesmo tempo engana ao espectador que acredita na existência da mãe.
É também muito interessante quando Marion está fugindo de carro. A imagem fica fixa no rosto da atriz, mas o som está em outro lugar, mais precisamente onde o chefe se encontra procurando a secretária em fuga. Ficamos vendo seu rosto, completamente alterado do estado normal, enquanto o som nos ambienta do que está acontecendo em outro lugar. Criando uma simultaneidade. Lembra um pouco o multiplot, com uma diferença ele usa o áudio ao invés de cenas diferentes e as expressões da atriz falam por si só.
Os planos acompanhando os personagens cria uma sensação de medo, terror e um suspense onde o espectador tenta descobrir o que acontece, exemplo: a cena em que Lila vai ao porão, falar com a suposta mãe de Norman, e vê o cadáver dela.
Os “efeitos especiais”, não convenceram muito, não pareciam uma realidade de fato, exemplo: quando Marion recebe as facadas, aparece pouquíssimo sangue e as facadas nas costas não aparecem, revelando as condições de efeito que o cinema tinha na época.
Uma coisa que não se vê em qualquer filme é a troca de protagonistas, a partir da morte de Marion, Norman e “sua mãe” roubam a cena, mas ao mesmo tempo todos os personagens possuem uma grande importância.
O mais interessante do filme como um todo, são as curiosidades, o sangue, por exemplo, era chocolate derretido e o filme foi filmado em preto e branco porque Hitchcock achava que em cores ficaria sangrento demais.
Trabalho a disciplina Oficina multimídia: Resenha Crítica sobre um filme de Alfred Hitchcock Filme escolhido: Psicose.
O poder da imagem
Sei que control C control V, é muito improdutivo, e literalmente uma falta de criatividade e "macaquice de imitação". Mas achei este texto sobre imagens de vigilância muito interessante, e resolvi postá-lo aqui. A fonte se encontra ao final do texto.
O procedimento padrão, tanto em órgãos públicos quanto em empresas privadas, é apagar automaticamente as imagens armazenadas após um período que vai de uma semana a um mês. Em geral, apenas um encarregado tem acesso a esse conteúdo durante esse tempo.
O procedimento padrão, tanto em órgãos públicos quanto em empresas privadas, é apagar automaticamente as imagens armazenadas após um período que vai de uma semana a um mês. Em geral, apenas um encarregado tem acesso a esse conteúdo durante esse tempo.
Contudo, o ponto mais frágil do processo e que pode gerar o vazamento de imagens por parte de hackers é a conexão das câmeras para as centrais de monitoramento. Em geral, é feita por banda larga. No caso do Metrô é diferente: como a companhia de transporte tem uma rede física, utiliza fibra ótica para a transmissão de vídeos.
A guarita blindada é o QG do prédio. O porteiro (ou controlador de acesso, como eles preferem chamar) é funcionário deles e não pode ser visto nem pelos moradores. Se deixa aberta a porta da guarita ou permite a entrada de alguém, é repreendido via rádio pelos operadores de monitoramento a quilômetros de distância. "Outro dia, um rapaz estranho entrou na guarita do prédio do [piloto de F-1] Felipe Massa. Acionamos nossas viaturas, mas depois descobrimos que era um pedreiro", conta Caetano.
Para Janine, essa vasta profusão de câmeras atualmente causou o surgimento das "imagens-lixo". "São vídeos sem informação, sem interesse. É impossível ver tudo isso tamanha a profusão de imagens."
Richard Pereira comprova diariamente isso. Ele é supervisor do Centro de Controle da Segurança do Metrô e comanda três operadores. O quarteto é encarregado de monitorar 948 câmeras, número que vai chegar a 1.400 no ano que vem. Um volume de pessoas entre catracas, corredores, vagões e plataformas desfilam diante deles durante as oito horas de expediente, acionando via rádio quando algum imprevisto acontece.
"Os trens e os passageiros seguem linhas retas. Qualquer movimentação diferente chama a atenção. Dessa forma podemos controlar tantas câmeras", passa a receita Pereira, que trabalha há 21 anos no metrô, que desde a inauguração em 1974 tem um sistema de TV interno. Só na estação Sé, há 35 lentes para acompanhar 750 mil pessoas que passam diariamente por lá.
Muitas dessas imagens, porém, acabam nos telejornais, como parte dos "giros de reportagem" e "show de imagens", como a do bebê que caiu nos trilhos na Austrália ou a bêbada que quase foi atropelada nos EUA. "Antes as câmeras eram caras e estavam na mão de poucos. Hoje, a mídia tem que lidar com essas imagens que não são produzidas por ela", afirma Laurindo Leal Filho, professor aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Para Leal, um dos reflexos da enxurrada dessas imagens no noticiário é as pessoas se acostumaram com a estética desbotada e desenquadrada dessas câmeras. "Durante 30 anos o brasileiro foi condicionado com o tal padrão Globo de qualidade, mas essa profusão de câmeras e a internet derrubaram isso. As pessoas querem o conteúdo desses flagrantes. Acho que até por isso a TV digital não emplacou por aqui. As pessoas não querem ver o fio da bolinha de tênis, querem ver imagens que tragam informação, mesmo com a baixa qualidade dessas câmeras de segurança", analisa.
fonte: http://esteticadavigilancia.blogspot.com/Cinema Nacional
Certo dia eu assistia a uma aula de geografia. A professora exibiu para a turma o filme Pra frente brasil.
Pra frente, Brasil é um filme brasileiro de 1982, dos gêneros drama e ficção histórica, dirigido e escrito por Roberto Farias, baseado em argumento de Reginaldo Faria e Paulo Mendonça. Estrelado por Reginaldo Faria, Antônio Fagundes, Natália do Valle e Elizabeth Savalla, Pra frente, Brasil foi um dos primeiros filmes a retratar a repressão da ditadura militar brasileira (1964 - 1985) de forma aberta.
Observando, a imagem e sua qualidade, os atores, o cenário, a divulgação do filme, a repercussão que teve, o tema, enfim o filme como um todo. Fiz uma comparaçãodo cinema brasileiro de hoje e de antigamente. Percebi que o cinema brasileiro de hoje é muito mais valorizado e premiado, as pessoas o assistem mais e também evoluiu muito, podemos perceber essa evolução em muitos filmes, cito aqui os mais conhecidos: a grandiosidade de efeitos que vemos no filme Nosso lar, em especial na computação gráfica, e os efeitos de ação (tão reais que parecem verdade) em Tropa de elite.
Indo além, os roteiros, que já eram criativos, se tornaram mais ainda. Muitos, tão realistas que chegamos a confundir com histórias reais como em 5x Favela.
A divulgação aumentou, hoje em dia os filmes brasileiros são bastante divulgados.
Mudou também o modo como é exibido, com o surgimento da televisão, a mídia televisiva se tornou frequente. E logo depois que o filme saía do cinema e chegava as locadoras como VHS (e mais tarde em DVD), os filmes brasileiros passaram a servir como fonte de aprendizado, principalmente em História, Geografia e Literatura, citando alguns: Mauá, o imperador e o rei; Utopia e Barbárie; Olga; Carmuru, a invenção do Brasil; e muitos outros...
O fato é que o cinema brasileiro cresceu e, se valorizou, e isso tende a somente crescer mais e mais...
Jéss =)
Multiplot
Nesses tempos que passei fora daqui, sem postar, aprendi coisas novas.
Uma delas é chamada de multiplot.
Mult, sabemos que significa vários, mas e Plot?
Segundo o site: http://www.roteirodecinema.com.br/manuais/vocabulario.htm. Plot tem como significado: dorso dramático do roteiro, núcleo central da ação dramática e seu gerador. Segundo os teóricos literários, uma narrativa de acontecimentos, com a ênfase incidindo sobre a causalidade. Em linguagem televisual, todavia, o termo é usado como sinônimo do enredo, trama ou fábula: uma cadeia de acontecimentos, organizada segundo um modo dramático escolhido pelo autor.
Então:
Então:
"MULTIPLOT" - Várias linhas de ação. Igualmente importantes, dentro de uma mesma história.
Em uma história multiplot, o plot principal será aquele que, num dado momento, se mostrar preferido pelo público telespectador.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Revolução no cinema
Desde 2009 até o início de 2010, o mundo cinematográfico passou por uma grande evolução, dando início ao um novo estilo de filme, isso tudo por causa de "Avatar" do diretor James Cameron (o mesmo de Titanic).
O filme se utiliza de várias técnicas - entre elas animação e efeitos de 3D," a criação de novas câmeras para conseguir filmar seu mundo inovador, repleto de criaturas fantásticas e cenários impressionates, feitos com o que há de melhor na computação gráfica. O trabalho, que durou aproximadamente 12 anos "- 15, segundo Cameron -," tenta mostrar a que veio: nunca antes um filme exibiu cenas em 3D estereoscópico tão profundas. O design dos Na'Vi, criaturas azuis que protagonizam o filme, feitas em Motion Picture - uma técnica que captura movimentos e expressões dos atores e os transforma em animação - é tão real que chega a ser palpável. Em Avatar, podemos constatar claramente que Cameron conseguiu levar o cinema para o século 21". Levando-nos a questionar o futuro do cinema, o que poderia vir depois depois de Avatar, que já possui uma sequencia prevista para os próximos anos.
O filme se utiliza de várias técnicas - entre elas animação e efeitos de 3D," a criação de novas câmeras para conseguir filmar seu mundo inovador, repleto de criaturas fantásticas e cenários impressionates, feitos com o que há de melhor na computação gráfica. O trabalho, que durou aproximadamente 12 anos "- 15, segundo Cameron -," tenta mostrar a que veio: nunca antes um filme exibiu cenas em 3D estereoscópico tão profundas. O design dos Na'Vi, criaturas azuis que protagonizam o filme, feitas em Motion Picture - uma técnica que captura movimentos e expressões dos atores e os transforma em animação - é tão real que chega a ser palpável. Em Avatar, podemos constatar claramente que Cameron conseguiu levar o cinema para o século 21". Levando-nos a questionar o futuro do cinema, o que poderia vir depois depois de Avatar, que já possui uma sequencia prevista para os próximos anos.
Éramos seis
SE O CINEMA É A SÉTIMA ARTE, QUAIS SÃO AS OUTRAS?
As outras artes são arquitetura, pintura, escultura, música, literatura e teatro (incluindo a dança). São as chamadas belas artes, conceito que surgiu na Europa no final do século XVII, junto com a proliferação das Academias de Arte , e que designa atividades preocupadas com o belo, independentemente de sua utilidade prática. Quando, um século depois, as academias se transformaram em Escolas de Belas Artes, a expressão já estava consolidada - então com apenas seis artes. O cinema, inventado pelos irmão Auguste e Lois Lumière no final do século XIX, é o lanterninha da lista. "No início, os filmes eram mais documentais, mas não demorou muito para que se mostrasse que eram uma nova forma de arte", diz o historiador e cineasta Flávio Brito, da Universidade Federal da Bahia (UFB). Foram os críticos e teóricos franceses, no começo do século XX, os primeiros a chamar o cinema de "sétima arte".
(Superinteressante especial, julho de 2002)
domingo, 17 de janeiro de 2010
Filmes como fonte de inspiração
Atualmente podemos perceber em muitos seriados e vídeoclipes musicais, alguns traços de filmes conhecidos. Pois é, isso tudo é o cinema servindo de fonte de inspiração para a criação de novas idéias.
Aqui temos alguns exemplos:
- Vídeo Clipe do Smashing Pumpkins - Tonight Tonight, inpirado no mágico filme de Geoge Méliès, Le voyage dans la Lune. Mesmo com a produção do clipe mais elaborada. Podemos perceber claramente a inspiração no filme de Méliès.
Filme Le Voyage dans La Lune
- Vídeo clipe do 30 seconds to mars - From Yesterday, inspirado no filme O Último Imperador, de Bernardo Bertolucci.
Trailer oficial do filme O Último Imperador
- Vídeo Clipe do The Cranberries - Time Is Ticking Out, inspiardo clássico infantil de 1939, O Mágico de Oz
Trailer oficial de O Mágico de Oz
- Capítulo 5 da 4ª temporada de Supernatural, foi criado em cima do filme vampírico de Conde Drácula (1931), eles tentaram reproduzir o filme fielmente (podemos observar isso no preto e branco da imagem).
Trechos do filme Drácula
Aqui temos alguns exemplos:
- Vídeo Clipe do Smashing Pumpkins - Tonight Tonight, inpirado no mágico filme de Geoge Méliès, Le voyage dans la Lune. Mesmo com a produção do clipe mais elaborada. Podemos perceber claramente a inspiração no filme de Méliès.
Filme Le Voyage dans La Lune
- Vídeo clipe do 30 seconds to mars - From Yesterday, inspirado no filme O Último Imperador, de Bernardo Bertolucci.
Trailer oficial do filme O Último Imperador
- Vídeo Clipe do The Cranberries - Time Is Ticking Out, inspiardo clássico infantil de 1939, O Mágico de Oz
Trailer oficial de O Mágico de Oz
- Capítulo 5 da 4ª temporada de Supernatural, foi criado em cima do filme vampírico de Conde Drácula (1931), eles tentaram reproduzir o filme fielmente (podemos observar isso no preto e branco da imagem).
Trechos do filme Drácula
Profissões presentes no cinema
Neste artigo citarei um pouco sobre algumas (não todas, pois são várias) profissões que existem na área do cinema.
Making of - parte 1 do filme O contador de histórias
- Diretor: criador e, por assim dizer, autor do filme. Escolhe o elenco, dirige cenas, se envolve com tudo, desde trilha sonora, montagem, roteiro, até fotografia.
- Dramaturgia: Redação de peças teatrais ou adaptação de textos documentais e literários para a linguagem de teatro ou de televisão.
- Roteirista: quem escreve a história do filme, seja original ou adaptada, caso em que é feita a partir de um livro, por exemplo.
- Dublagem: o ator dá a sua voz a um personagem de filme animado, ou como tradução em um filme estrangeiro.
- Ator: tem como função atuar, dar forma e por em prática o persogem criado para o filme.
- Produtor Executivo: que administra o dinheiro e supervisiona todo o trabalho.
- Diretor de produção: Junto com seus assistentes, aluga os equipamentos, procura locações e providencia até alimentação para a equipe.
- Editor: edita juntamente com o diretor, seleciona as cenas, a trilha sonora. apos a seleção e decupagem do vídeo ele faz uma montagem e manipulação criativa do vídeo.
- Diretor de arte: trabalha na concepção visual do filme: publicidade (elaboração de elementos gráficos cartaz, logomarca ), elementos de cenário e do personagem, trabalhando juntamente com o cenógrafo, figurinista e maquiador.
- Cenógrafo: responsável pela criação do cenário
- Maquiador: elabora a maquiagem para o personagem do filme, traçando as características físicas do personagem.
- Figurinista: seleciona roupas a serem usadas pelo personagem.
- Direção de fotografia: responsável pela iluminação de cenário, e cuida juntamente com o câmera da captação da imagem, faz a seleção de filtros e negativos.
- Câmera: Responsável pela filmagem.
- Editor de som: trabalha juntamente com o editor, na eleboração do som.
Making of - parte 1 do filme O contador de histórias
Você sabia? - Curiosidades do mundo do cinema
- A partir da ilusão de movimento no cinema temos 24 imagens por segundo.
- Os Teatros foram as primeiras salas de cinema.
- Em 1895, os irmãos Lumière criam os cinematógrafo (um aparelho capaz de registrar e depois reproduzir o movimento a partir de imagens estáticas).
- O primeiro filme feito na historia do mundo, é um filme chamado L'Arrivée d'un Train à La Ciotat. o filme foi feito pelos irmaos Lumiere em uma estaçao de trem de Paris e foi apresentado no salão Grand Café no dia 28 de Dezembro de 1895.
- A primeira sessão de cinema no Brasil ocorreu em julho de 1896, na rua do ouvidor, no Rio de Janeiro.
- Em 1906, a animação é utilizada pela primeira vez pelo estadunidense J. Stuart Blackson.
- Apartir de 1911 algumas cores são adicionadas à película de cinema.
- Em 1919 , o cartunista australiano Pat Sullivan cria o gato Félix.
- Em 1914, Charles Chaplin faz sua primeira aparição no cinema através do filme Carlitos Repórter.
- Em 1926, Walt Disney cria o Mickey Mouse.
- Em 1937, a Disney cria seu primeiro longa-metragem em animação, Branca de Neve e os sete anões.
- E o Vento Levou, de Victor Fleming, de 1939, foi o filme mais visto em todo o mundo: cerca de 120 milhões de pessoas assistiram à história de amor protagonizada por Clark Gable e Vivian Leigh.
- Em 1963, foi lançado Os cafajestes, primeiro longa dirigido por Ruy Guerra no Brasil, este filme provocou problemas com a censura.
- Em 2001, foi criada a ANCine (Agência Nacional de Cinema), o órgão oficial de fomento, regulação e fiscalização das indústrias cinematográficas de videográficas.
A ilusão do movimento
Muitos aparelhos presentes no nosso dia-a-dia, simulam movimento a partir de imagens estáticas, criando uma ilusão ótica.
Comparando, nossos olhos a uma máquina fotográfica, podemos obsevar que o processo de captura(ou observação de imagem) se parecem: as células sensíveis à luz localizadas na nossa retina (no fundo do nosso olho) transformam a imagem projetada em impulsos bio-elétricos que são enviados para uma região do cérebro. O cérebro interpreta a informação (inclusive inverte a posição da imagem, de ponta cabeça). Até aqui os estudiosos concordam.
Porém ainda há muitas discussões sobre o que diz respeito à ilusão ótica. Muitos aceitam a teoria da ‘persistência da imagem na retina’ para explicar a sensação de movimento gerada, por exemplo: na projeção de filmes no cinema.
Sendo esta teoria inicialmente estudada pelo médico inglês Peter Mark Roget, em 1829, onde se analisa a característica da retina em manter, por um décimo de segundo, uma imagem, mesmo que esta imagem tenha sido substituída por outra. Ex. Olhe para a luz por alguns segundos e depois olhe para uma parede lisa branca. A luminosidade permanece na sua visão.
Tendo em vista este pensamento, se uma imagem for projetada e substituída por outra numa velocidade maior do que 1/10, elas tendem a criar um efeito de ‘fusão’ de imagens no cérebro, gerando a ilusão de movimento contínuo. Teóricos do início do século XX afirmam que a ‘fusão’ de imagens é um mito e acreditam que o cérebro busca relacionar imagens em seqüência a partir de sua forma. As teorias mais recentes ajustaram o tempo de projeção no mínimo para a relação 1/15 (1 segundo para 15 imagens).
Coube ao belga Joseph-Antoine Plateau, físico que conseguiu medir pela primeira vez o tempo do fenômeno ‘persistência retiniana’, aproximadamente em 1830, permitindo o desenvolvimento de diversos aparelhos de reprodução de movimento de imagens fixas como o taumatropio, o praxinoscópio, o fenaquistoscópio, o zootropio, possibilitando a criação do Kinetoscópio desenvolvido por Thomas Edison e o Cinematógrafo criado pelos irmãos Lumière, entre outros.
texto fonte: www.marcelogoncalvesribeiro.blogspot.comNo final do século XIX, várias câmeras fotográficas são colocadas uma ao lado da outra, quando o cavalo inicia seu movimento as câmeras vão sendo disparadas uma após a outra, registrando o movimento do cavalo. O resultado você vê no filme a seguir:
Cinema de animação
O cinema de animação compreende o desenho animado, o stop motion/pixilation, e a recente animação computadorizada. O que caracteriza a chamada "oitava arte", é o fato de não fazer-se uso de atores e cenários na forma como estamos acostumados a ver. Sua origem remonta as antigas experiências com sombras chinesas e aos aperfeiçoamentos introduzidos na lanterna mágica durante os séculos XVII e XVIII e nos brinquedos ópticos. Mas foi só no século XIX que as teorias puderam ser levadas à prática (devido ao grande avanço da fotografia). Na década de 1920, Walt Disney compreendeu o grande partido que poderia tirar de uma arte nova e em crescente popularidade. As bases de uma "fábrica de sonhos" para as crianças e adultos foram lançadas em 1926, quando Mickey - o camundongo antropomorfo - fez sua estréia nas telas. O cinema de animação é totalmente construído através de desenhos, fotos ou bonecos. A idéia de movimento, ou seja, a animação, é dada pela reprodução rápida (24 quadros por segundo) das imagens estáticas, em que os objetos e personagens presentes possuem posições ligeiramente diferentes em cada uma das imagens. Durante muito tempo, as animações em geral eram voltadas para o público infantil. Hoje faz-se animação para todas as faixas etárias. O traço de animação pode se manifestar de várias formas: com a inclusão de pequenos desenhos animados, pela inclusão de um ou mais personagens de desenho, pela animação de bonecos e pelas trucagens que fazem personagens voarem, jogarem bola com a Lua, desaparecerem como fantasmas, etc. A introdução dessas animações leva à quebra do ilusionismo criado pela imagem cinematográfica e recoloca o problema da ficção em seu devido lugar, além de introduzir o elemento lúdico, o inventar possibilidades descabidas, o manifestar desejos mágicos.
Fonte:http://www.adorofisica.com.br/trabalhos/fis/equipes/cinema/cinemanimacao.html
Documentário sobre a produção do primeiro filme de animação da Disney:
domingo, 3 de janeiro de 2010
Bill Kaulitz conta sua experiência como dublador de animação.
O vocalista da banda alemã Tokio Hotel, em duas entrevistas conta como foi dublar a versão alemã do filme de animação Arthur e os minimoys 2, já tendo a experiência de ter dublado o primeiro filme que deu sequência ao atual.Entrevista 1
Você ainda lembra da sua reação quando viu a primeira parte de Arthur e os Minimoys no cinema, e ouviu a sua voz?
Bill: Primeiro de tudo, eu tive que me acostumar à ouvir minha própria voz. Eu não gostei dela, na verdade, nem um pouco. Então, eu tava muito crítico, e claro que isso me preocupou no trabalho do filme. Porém, depois de um tempo também fiquei muito orgulhoso e pensei "Wow!", lembrei imediatamente os dias no estúdio e como isso deu trabalho. Mas eu ainda sabia exatamente o quanto foi divertido fazer isso e poderia gostar de ver o resultado final, finalmente nas telonas.
Ficou contente em emprestar sua voz para essa pequena aventura de Arthur e os Minimoys - o Rückker do mal M. pela segunda vez?
Bill: Com certeza, estava muito animado de novo. Dublagem para mim ainda é uma coisa nova, por um longo tempo não tinha experiência como em cantar. E quando vi o filme, me senti em casa. Da primeira vez eu tive uma relação direta com o Arthur e tive imediatamente a vontade de dublar de novo. Agora há uma parte de mim no filme - e eu me sinto um pouco responsável pelo Arthur.
Antes você teve uma noção de como seria seguir com a segunda parte?
Bill: Não, eu estava muito curioso, se como tudo seria com Arthur e Selenia. Aí, o final do filme me surpreendeu totalmente, alguém que veja não vai esperar isso. Então o público terá de qualquer forma novas experiências com Arthur.
(...)
Fonte/tradução: bell - thbr revolution
Entrevista 2
Hmm, eu acho que tens uma voz excelente para fazer dublagens. Quanto tempo precisas-te para aprender, ou nem sequer precisas-te que te ensinassem?
Bill: Eu tive, hmm, basicamente uma espécie de professor no estúdio de gravação. Ou seja, hmm, há um número de pessoas que já o fazem há anos de forma profissional. No entanto, eu consegui relativamente…hmmm…Bem, eu não pratiquei nada antes. Enquanto dublávamos íamos recebendo alguns conselhos ou assim. E não foi necessário nenhum ensinamento anterior. Bem, eu também, hmm…Sim, eu também tenho sempre muitas dúvidas não é? Ou seja, eu penso, hmm, de maneira alguma eu sou melhor que qualquer um dos profissionais que o fazem, mas devo dizer que a segunda parte foi mais fácil para mim do que a primeira.
E como foi isso? Tens uma explicação para isso?
Bill: Eu penso que reunimos um pouco de experiência não é? Ou seja, ficaram sempre coisas de que eu me lembrava de como se faziam na primeira parte e aquilo a que deves prestar atenção e hmm…portanto a segunda parte já foi mais fácil.
(...)
Hmm, já alguma vez colocas-te a hipótese de estar em frente a uma câmara? Para uma produção cinematográfica?
Bill: Hmm, eu poderia imaginar. Definitivamente. Bem, eu penso que é, hmm, depende apenas do papel. Se for o papel certo e hmm, com as pessoas certas, então fá-lo-ei, sim. Definitivamente.
.
Bem, eu estou aqui a pensar que tu, hmmm, tens todas as parecenças com o desenho animado ‘Artur’.
Bill: Ok.
Também descobriste essas parecenças?
Bill: Sim, definitivamente! Por exemplo, quando eu estava a ver e mesmo quando vi a personagem pela primeira vez, eu fiquei imediatamente, hmm…Sim, eu de alguma forma apaixonei-me por todo o filme e foi como se eu pensasse “Ok, se existe alguém apropriado para dublar esta personagem, então, hmm, de alguma forma sou eu.” Fica tudo muito bem, Portanto, existem sem dúvida algumas associações.
(...)
fonte: Vip.de
Trailer da versão alemã, dublada por Bill Kaulitz:
O processo da dublagem no cinema atual
A seguir temos um vídeo retirado do programa zoom (tv cultura) explicando o processo completo de dublagem:
O cinema sonoro
O cinema das origens como havia citado anteriormente não havia som algum, a não ser a trilha sonora ao vivo.
É em 1927 que surgem os dois primeiros longas-metragens falados: O cantor de jazz, da Warner ( discos com as falas dos personagens, são sincronizados com o projetor) e O sétimo céu, da Fox (com som gravado na pista óptica). O sucesso dessas produções impôs o cinema sonoro, transtornando a indústria do cinema, uma vez que o som aumentava muitíssimo o custo de produção dos filmes, ao mesmo tempo que reduzia sua difusão, que agora dependia da língua utilizada (para ser disponibilizado em outros países o filme dependia da dublagem ou da legenda).
É em 1927 que surgem os dois primeiros longas-metragens falados: O cantor de jazz, da Warner ( discos com as falas dos personagens, são sincronizados com o projetor) e O sétimo céu, da Fox (com som gravado na pista óptica). O sucesso dessas produções impôs o cinema sonoro, transtornando a indústria do cinema, uma vez que o som aumentava muitíssimo o custo de produção dos filmes, ao mesmo tempo que reduzia sua difusão, que agora dependia da língua utilizada (para ser disponibilizado em outros países o filme dependia da dublagem ou da legenda).
Charles Chaplin: Biografia
Charles Spencer Chaplin, foi um cineasta e ator nascido em Londres, Inglaterra, em 1889.
Seu principal personagem e mais conhecido em todo o mundo foi Carlitos.
Filho de artistas, pisou num palco pela primeira vez aos 6 anos.
Viajou aos E.U.A., foi descoberto por MackSennett, que o contratou para filmar em Hollywood. Entre 1913-1917, fez mais de 35 filmes. De 1918 a 1923 interpretou e dirigiu 8 grandes filmes, entre os quais Vida de cachorro (1918), O garoto (1921), Pastor de almas (1923). Em 1919, com Griffith, Mary Pickford e Douglas Fairbanks, fundou a United Artists, para a qual escreveu, interpretou e dirigiu uma série de clássicos: Em busca do ouro (1925), O circo (1928), Luzes da cidade (1931), Tempos modernos (1936), O grande ditador (1940), Monsieur Verdoux (1947), Luzes da ribalta (1952).
Perseguido pelo macarthismo, deixou os E.U.A.em 1952 e instalou-se na Suíça. Suas últimas realizações, em estúdios londrinos, foram Um rei em Nova York (1957) e A condessa de Hong Kong (1965).
Sua obra mistura sátira, pastelão e comédia, preocupações sociais e lirismo, atingindo todas as platéias com a arte de um grande criador.
Chaplin faleceu em 1977, em Corsier-sur-Vevey, na Suíça.
fonte: A Grande Enciclopédia Larrousse Cultural. Editora Nova Cultural, 1998.Cinema Mudo
No início o cinema não possuía som condizente com suas imagems (os persoagens não possuíam fala, eram escritas e exibidas ao longo do filme; e não possuía ruídos). Mas não significa que era um silêncio absoluto, nos locais em que os filmes eram exibidos (Teatros na maioria das vezes), havia um toca discos ou música ao vivo, que se seguia como uma trilha sonora ao longo do filme (filme e música, sincronizados). A maior vantagem do cinema mudo era sua universalidade: um filme podia ser exportado para o mundo todo, somente pelo custo da tradução das falas.
Veja a seguir um trecho de um clássico do cinema: Nosferatu (1922) do diretor F. W. Munarau
Veja a seguir um trecho de um clássico do cinema: Nosferatu (1922) do diretor F. W. Munarau
domingo, 13 de dezembro de 2009
A Representação
Desde a pré-hitória o homem sente a necessidade de representar tudo que o cerca.
RE-PRESNTAR: apresentar de novo. A representação pode servir ao homem e satisfazê-lo nas mais diversas áreas: artística, religiosa, política...
"É um produto do espírito humano, um instrumento para se lidar com o mundo que nos cerca."Eduardo Goldenstein
DINÂMICA DA REPRESENTAÇÃO
O objeto que vai ser representado por um artista num espaço e com um suporte apropriado, e se destina alguém que irá contemplá-lo (o artista)
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