No início o cinema não possuía som condizente com suas imagems (os persoagens não possuíam fala, eram escritas e exibidas ao longo do filme; e não possuía ruídos). Mas não significa que era um silêncio absoluto, nos locais em que os filmes eram exibidos (Teatros na maioria das vezes), havia um toca discos ou música ao vivo, que se seguia como uma trilha sonora ao longo do filme (filme e música, sincronizados). A maior vantagem do cinema mudo era sua universalidade: um filme podia ser exportado para o mundo todo, somente pelo custo da tradução das falas.
Veja a seguir um trecho de um clássico do cinema: Nosferatu (1922) do diretor F. W. Munarau
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