segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Psicose

Cuidado! Este texto contém spoilers. Podendo revelar o conteúdo do filme!

O filme psicose possui a mais famosa cena do cinema: a moça se banhando tranquilamente e... De repente uma faca, um grito e, o assassinato de Marion Crane. Assim se inicia uma história de mistério que ronda o Hotel Bates. Dirigido por Alfred Hitchcock, em 1960.
O filme trata justamente de um tema assustador para a espécie humana, a mente. A mente que se divide em duas personalidades uma delas assassina. A história é ótima e lembra muito os livros de Agatha Christie, quando se trata de literatura policial ou de suspenses.
Os closes são condizentes com a história: quando o Norman carrega sua mãe até o porão, a cena é filmada de cima para baixo pegando boa parte de Noman descendo a escada e criando uma tensão e ao mesmo tempo engana ao espectador que acredita na existência da mãe.
É também muito interessante quando Marion está fugindo de carro. A imagem fica fixa no rosto da atriz, mas o som está em outro lugar, mais precisamente onde o chefe se encontra procurando a secretária em fuga. Ficamos vendo seu rosto, completamente alterado do estado normal, enquanto o som nos ambienta do que está acontecendo em outro lugar. Criando uma simultaneidade. Lembra um pouco o multiplot, com uma diferença ele usa o áudio ao invés de cenas diferentes e as expressões da atriz falam por si só.
Os planos acompanhando os personagens cria uma sensação de medo, terror e um suspense onde o espectador tenta descobrir o que acontece, exemplo: a cena em que Lila vai ao porão, falar com a suposta mãe de Norman, e vê o cadáver dela.
Os “efeitos especiais”, não convenceram muito, não pareciam uma realidade de fato, exemplo: quando Marion recebe as facadas, aparece pouquíssimo sangue e as facadas nas costas não aparecem, revelando as condições de efeito que o cinema tinha na época.
Uma coisa que não se vê em qualquer filme é a troca de protagonistas, a partir da morte de Marion, Norman e “sua mãe” roubam a cena, mas ao mesmo tempo todos os personagens possuem uma grande importância.
O mais interessante do filme como um todo, são as curiosidades, o sangue, por exemplo, era chocolate derretido e o filme foi filmado em preto e branco porque Hitchcock achava que em cores ficaria sangrento demais.
Trabalho a disciplina Oficina multimídia: Resenha Crítica sobre um filme de Alfred Hitchcock

Filme escolhido: Psicose.

O poder da imagem

Sei que control C control V, é muito improdutivo, e literalmente uma falta de criatividade e "macaquice de imitação". Mas achei este texto sobre imagens de vigilância muito interessante, e resolvi postá-lo aqui. A fonte se encontra ao final do texto.
O procedimento padrão, tanto em órgãos públicos quanto em empresas privadas, é apagar automaticamente as imagens armazenadas após um período que vai de uma semana a um mês. Em geral, apenas um encarregado tem acesso a esse conteúdo durante esse tempo.
Contudo, o ponto mais frágil do processo e que pode gerar o vazamento de imagens por parte de hackers é a conexão das câmeras para as centrais de monitoramento. Em geral, é feita por banda larga. No caso do Metrô é diferente: como a companhia de transporte tem uma rede física, utiliza fibra ótica para a transmissão de vídeos.
A guarita blindada é o QG do prédio. O porteiro (ou controlador de acesso, como eles preferem chamar) é funcionário deles e não pode ser visto nem pelos moradores. Se deixa aberta a porta da guarita ou permite a entrada de alguém, é repreendido via rádio pelos operadores de monitoramento a quilômetros de distância. "Outro dia, um rapaz estranho entrou na guarita do prédio do [piloto de F-1] Felipe Massa. Acionamos nossas viaturas, mas depois descobrimos que era um pedreiro", conta Caetano.
Para Janine, essa vasta profusão de câmeras atualmente causou o surgimento das "imagens-lixo". "São vídeos sem informação, sem interesse. É impossível ver tudo isso tamanha a profusão de imagens."
Richard Pereira comprova diariamente isso. Ele é supervisor do Centro de Controle da Segurança do Metrô e comanda três operadores. O quarteto é encarregado de monitorar 948 câmeras, número que vai chegar a 1.400 no ano que vem. Um volume de pessoas entre catracas, corredores, vagões e plataformas desfilam diante deles durante as oito horas de expediente, acionando via rádio quando algum imprevisto acontece.
"Os trens e os passageiros seguem linhas retas. Qualquer movimentação diferente chama a atenção. Dessa forma podemos controlar tantas câmeras", passa a receita Pereira, que trabalha há 21 anos no metrô, que desde a inauguração em 1974 tem um sistema de TV interno. Só na estação Sé, há 35 lentes para acompanhar 750 mil pessoas que passam diariamente por lá.
Muitas dessas imagens, porém, acabam nos telejornais, como parte dos "giros de reportagem" e "show de imagens", como a do bebê que caiu nos trilhos na Austrália ou a bêbada que quase foi atropelada nos EUA. "Antes as câmeras eram caras e estavam na mão de poucos. Hoje, a mídia tem que lidar com essas imagens que não são produzidas por ela", afirma Laurindo Leal Filho, professor aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Para Leal, um dos reflexos da enxurrada dessas imagens no noticiário é as pessoas se acostumaram com a estética desbotada e desenquadrada dessas câmeras. "Durante 30 anos o brasileiro foi condicionado com o tal padrão Globo de qualidade, mas essa profusão de câmeras e a internet derrubaram isso. As pessoas querem o conteúdo desses flagrantes. Acho que até por isso a TV digital não emplacou por aqui. As pessoas não querem ver o fio da bolinha de tênis, querem ver imagens que tragam informação, mesmo com a baixa qualidade dessas câmeras de segurança", analisa.
fonte: http://esteticadavigilancia.blogspot.com/



Cinema, arte, vídeo e jogo dos sete erros...


Vídeo encontrado no youtube, canal: paoleb

Cinema Nacional

Certo dia eu assistia a uma aula de geografia. A professora exibiu para a turma o filme Pra frente brasil.
Pra frente, Brasil é um filme brasileiro de 1982, dos gêneros drama e ficção histórica, dirigido e escrito por Roberto Farias, baseado em argumento de Reginaldo Faria e Paulo Mendonça. Estrelado por Reginaldo Faria, Antônio Fagundes, Natália do Valle e Elizabeth Savalla, Pra frente, Brasil foi um dos primeiros filmes a retratar a repressão da ditadura militar brasileira (1964 - 1985) de forma aberta.
Observando, a imagem e sua qualidade, os atores, o cenário, a divulgação do filme, a repercussão que teve, o tema, enfim o filme como um todo. Fiz uma comparaçãodo cinema brasileiro de hoje e de antigamente. Percebi que o cinema brasileiro de hoje é muito mais valorizado e premiado, as pessoas o assistem mais e também evoluiu muito, podemos perceber essa evolução em muitos filmes, cito aqui os mais conhecidos: a grandiosidade de efeitos que vemos no filme Nosso lar, em especial na computação gráfica, e os efeitos de ação (tão reais que parecem verdade) em Tropa de elite.
Indo além, os roteiros, que já eram criativos, se tornaram mais ainda. Muitos, tão realistas que chegamos a confundir com histórias reais como em 5x Favela.
A divulgação aumentou, hoje em dia os filmes brasileiros são bastante divulgados.
Mudou também o modo como é exibido, com o surgimento da televisão, a mídia televisiva se tornou frequente. E logo depois que o filme saía do cinema e chegava as locadoras como VHS (e mais tarde em DVD), os filmes brasileiros passaram a servir como fonte de aprendizado, principalmente em História, Geografia e Literatura, citando alguns: Mauá, o imperador e o rei; Utopia e Barbárie; Olga; Carmuru, a invenção do Brasil; e muitos outros...
O fato é que o cinema brasileiro cresceu e, se valorizou, e isso tende a somente crescer mais e mais...

Jéss =)

Multiplot

Nesses tempos que passei fora daqui, sem postar, aprendi coisas novas.
Uma delas é chamada de multiplot.
Mult, sabemos que significa vários, mas e Plot?
Segundo o site: http://www.roteirodecinema.com.br/manuais/vocabulario.htm. Plot tem como significado: dorso dramático do roteiro, núcleo central da ação dramática e seu gerador. Segundo os teóricos literários, uma narrativa de acontecimentos, com a ênfase incidindo sobre a causalidade. Em linguagem televisual, todavia, o termo é usado como sinônimo do enredo, trama ou fábula: uma cadeia de acontecimentos, organizada segundo um modo dramático escolhido pelo autor.
Então:
"MULTIPLOT" - Várias linhas de ação. Igualmente importantes, dentro de uma mesma história.
Em uma história multiplot, o plot principal será aquele que, num dado momento, se mostrar preferido pelo público telespectador.




Retorno...

Depois de muito tempo sem postar...